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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Uma, sem duas, não há!


Acredito em revelações. Não que seja especialmente sensível, por vezes escapa-me até o que ao mais comum dos mortais é óbvio, infelizmente. Mas elas acontecem-me, insistem em acontecer-me. E eu não me importo. Ainda há uma semana tive uma, bastante boa. Percebi que chegamos a um novo nível. A um novo excelente nível, onde já meia frase é sufíciente para fazer passar um churrilho de informações, onde um olhar ou gesto é determinante, onde quase que falamos por telepatia. Se já éramos como família, agora SOMOS familia. Comportamo-nos como tal, uma alcateia bem organizada, com divisões e junções, com entendimento e respeito; sinto que já não me sinto ameaçada, que já não há nada que parta o laço que une as três numa harmonia perfeita que nunca para de tocar numa melodia dentro de mim, silenciosa mas que me preenche e me dá alegria e força para mais um dia. Aconteça o que acontecer, apareça o que aparecer, perto ou longe, acompanhada ou só, há duas criaturas maravilhosas que não abandonam o meu coração (de facto nem a mim completa), até ao fim dos meus dias. 
Porque a vida é uma viagem que só vale a pena ser feita com companhia. Porque companhia, só quero da melhor. Porque sem duas, uma não existia; talvez fisicamente, mas nunca seria feliz. Porque sim, porque de outra forma não quero. Porque não há palavras para agradecer, para explicar, para compensar...porque sim. Porque uma, sem duas não existia...

Obrigada. Obrigada para sempre. Obrigada por tudo. Obrigada por já não ser possível um dia sem duas. Obrigada por me preencherem. Obrigada por não precisar de mais ninguém. Obrigada pela educação. Obrigada pelos ensinamentos. Obrigada por me deixarem entrar. Sempre. Para sempre. 

Obrigada, minhas irmãs! Muito, muito Obrigada! 

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