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segunda-feira, 20 de junho de 2011

O amor é suave como o vento
Encantador como a paixão
Sedento como a cede
Mas por vezes fere-nos o coração 

terça-feira, 14 de junho de 2011

0 dєรŧiηø єรcøłħє quєм єηŧяล ηล мiηħล vidล... мลร ลρєηลร єu dєcidø quєм ficล!
                                                                                                                          <3

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Loba Preta

Hoje escrevo algo redigido já há algum tempinho...um pequeno projecto que me diverti imenso a realizar, que reúne todos os aspectos que eu mais admiro num livro...assim deixo-vos o prólogo de...quem sabe...um livro...? =)



O

 céu estava negro, como em qualquer uma das noites que cobria a terra. A lua, com o seu olhar sereno e pálido, reflectia a sua parca luz na vastidão da floresta. Um rosto pálido, uma madeixa rebelde dourada saindo do refúgio da sua coberta negra, os olhos verde floresta observando o redor com atenção como se de um caçador atrás de uma presa tratasse, ou talvez de uma presa com medo de ser caçada. Escutava com atenção o brando dos ventos que traziam consigo um uivo profundo, que quase rasgava o coração de pavor a um mero ser humano que estivesse por perto. Levantando-se com o sangue a inflamar-se nas veias, fazendo explodir todas as emoções contidas naquele débil corpo, pensava “mais depressa, mais depressa”; a sua vida dependia disso…
O barulho inconfundível de patas a estalar os ramos espalhados pelo chão com uma velocidade quase vertiginosa era inconfundível àquela espécie, o pelo macio e preto camuflava-o naquela noite, os dentes brancos e afiados brilhavam à luz do luar, as garras penetravam no chão com tal facilidade que este parecia feito de esponja. Parou, os olhos felinos cruzaram-se com os olhos humanos, e assim permaneceram por breves instantes, a fera avançou, mas admiravelmente, devagar, serena e tão mansa que parecia quase domesticada. A humana ajoelha-se e abraça com saudade a sua amiga. Trata-se de uma jovem loba, forte e admirável,  os seus olhos com um brilho tal que dava a entender que eram humanos, de tão sábios e misteriosos. Chamava-se Akira, a loba preta. 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Foge! Corre bem depressa…
Arranca todo o teu sentir
Escreve, mostra, anuncia a tua revolta
Puxa, arranca, liberta
Ou então ele perfura, corrompe
Estraga, corrói, mata e destrói

O vazio, a escuridão, o mal
Arrepia-te o corpo, tapa-te os olhos
Corta-te o oxigénio, envolve-te nele
Come-te por dentro sem tu dares por nada.

Já entras-te, vês como é escuro?!
Olha á volta, onde estas?!
Ele levou-te, tu ofereces-te
Ele deu-te poder, seduziu
Tirou-te o mundo e tu ficas-te feliz
Ou pensas-te q assim o eras

Ele não é humano
Torna tudo estranho
E ficou-te com a alma.
Deixou-te só pensando tu que não 

quarta-feira, 1 de junho de 2011


Não consigo utilizar palavreado caro
Palavreado que enrola a verdade
Aquele que com palavras caras mente 
Aquele que corrompe uma amizade